É o címbalo que toca
Flores, folhas, fotossíntese e tal
Lua, água, verdes cachoeiras
Cárcere da vida terra
Frio lítio da instância vivida
Marcas da selva, contrição e ressurgir
Veredas encantos, cheiros vivos
Acordam-se os sonhos queimados
O olhar que eterniza in-natura
Margens, sensível e frívola flor
Polén da sustentação, inocente cor
Perfuamda manhã indolor
Sementes que o rio levou
O choque do incomensurável
O calor e as chuvas de março
Sinal de vida canta o bem-te-vi
Foi morar distante o colibrí
Abriu-se um sorriso o dente-de-leão
Abraçou a liberta sensação, viver
Presentiu-se ao ser o existir.
Paulo Roberto Emidio
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário